As mãos que tecem e plantam

As mãos que tecem e plantam

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Até agora eu não sabia a extenção da palavra gratidão, essa palavra tão bonita e que quando recebida é capaz de curar e renovar. Pensando bem pra quem a concede o efeito é ainda maior pois vem permeado de uma longa caminhada, de processo de cura interior e de uma renovação de corpo e alma.
Somos ainda tão pequenos pra entender, mas, o fato é que o universo conspira a nosso favor e cada passo nosso já estava escrito, no teatro do tempo somos eternos aprendizes.

Um novo amor

No meio da noite escura só se pode ouvir o som do mar em seu ir e vir incessante. A areia ainda guarda o calor morno do sol que se foi, pés descalços em pares trilham e marcam despretenciosos seu caminhar... um leito fofo e terno acolhe quem se aventura à espera e não tarda... a lua cheia sai vagarosamente, redonda a mais bela de todas, dona de um brilho enebriante e claro, um grande espetáculo.Brindamos a vida com os olhos a tilintar, labios colados e um calor tão humano que invade. É  tudo isso já tem lugar certo pra morar com varanda pro "amar".

terça-feira, 17 de julho de 2012

O amor estava desinstalado, mas agora fez-me cativa... ocupou um espaço diminuto é verdade, mas está aqui posso sentir aninhando-se vagarosamente, buscando um espaço. Não temos mesmo nenhum poder, estamos no teatro da vida!!!

sábado, 7 de julho de 2012

Procurando bem todo mundo sempre tem... Só a bailarina que não tem! Dançando, rodopiando leve feito uma pluma, a bailarina faz sentir, sente e seus pezinhos de tão pequeninos quase nem tocam o chão! o sonho da bailarina é o nosso também, alias toda menina quer ser bailarina...
Os amores impossíveis, seja pela real dificuldade intransponível da torre do castelo, ou simplesmente porque a história não é esta pelo menos ainda. Ha um tempo pra tudo, ela insiste em estar no alto sozinha, ele cavalga por terras distantes e cada vez que chega... não sabe bem o que fazer, distraido... diferente... somos todos crianças brincando no teatro do tempo, nem totalmente adultos nem crianças para sempre!

sábado, 16 de junho de 2012

...as areias do tempo(2) O principe esperou até que anoitecesse novamente só para ter o prazer de ouvir aquela canção, misteriosamente nenhum dos guardas do castelo ouvia, apenas ele. todas as noites seguidas o coração do principe se enchia de alegria.Pediu então aos deuses que lhe trouxessem o musico. qual não foi seu espanto quando apareceu bem diante dos seus olhos um tapete ricamente bordado com fios de ouro. Naquele tempo tudo era mais fácil do que hoje... no mesmo instante ele viu uma linda harpista com a pele alva, mãos delicadas, lábios rosados e cabelos sedosos... uma linda mulher, belissima como uma pintura. O principe pediu a ela que tocasse para ele e debruçado na janela ouviu... A harpista entrelaçou os dedos delicados nas cordas douradas e tocou. O principe estava apaixonado, amava aquela mulher. Ela olhou-o dentro dos olhos e disse que jamais poderia viver longe do próprio reino, mesmo amando o principe ela não poderia...dizendo isso partiu suavemente em seu tapete mágico. O principe desceu as escadas e entrou no estábulo pegou o primeiro cavalo e pós-se a correr pelo deserto sem perder de vista sua amada que flutuava sobre as dunas. Por mais que ele galopasse não conseguia alcança-la.subiu e desceu dunas, mas o tapete sumia. ele se desesperou e de cansaço adormeceu ali mesmo. ao acordar o cavalo havia sumido, teria de caminhar muito para voltar ao palácio, andou, andou e quando acreditava estar tudo perdido... foi surpreendido pelo tapete que o levou até a harpista. Juntos agora ele ouviu então aquela canção e juntos estão até hoje por toda a eternidade.